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Memória

Arquivo histórico

Caio Carmacho

Lererê-rêrêrê-rerê...

Pira - SP

Edson de Moura

João, o seu nome está na boca do sapo!!!

Paraty - RJ

Guilherme

Ni-hao Dozianos! Aqui estou eu do outro lado do mundo mandando um salve à todos do meu Brasil varonil! Comam gafanhoto, comam gafanhoto... é muito bom!!! Abraços, E João, VTNMDSCSFDP!!!!

Kunshan China - CH

Caio Carmacho

O ano passa, mas nós continuamos os mesmos. Juão, soa bichona! Hauihauiahiua...

Pira - SP

Val Borges

04-3-2207: noivado do meu parceiro Corumba em Paraty. Tel. pessoal: (24) 9816-7535; tel. da fábrica de blocos: (24) 7835-6954; Nextel: 55*8*36160. Bom, nunca é demais mandar o João tomar no cú! Obs.: vc que brigou com sua mãe ou com sua tia, não xingue as véias, desabafe mandando o João tomar no cú, assim vc estará colaborando conosco!

Rio de Janeiro - RJ

Val Borges

Eu quis dizer 2007, não foi uma pegadinha! O negócio é sério!

Rio de Janeiro - RJ

Moura

Agora Trinda-corumbense, esse é o cara...! Rumo ao primeiro lugar. Os melhores blocos de Paraty e região é com o Corumbê da Construção.....Rá

Campina Grande - PB

Guilherme

Parabéns, Carmacho!!! Que seu belo bigode lhe traga mais inspiração, Dalí incompreendido... Felicidades, saúde e sucesso... Que a sua imprevisibilidade seja eterna! Te admiro muito e tenho muito orgulho da sua pessoa... meu garouto!!! Abraços no dia 24 pra você de 24... Feliz aniversário!!! Bjos, paxão!!!

Kunshan - CH

Guilherme

Ahh... já ia esquecendo... João, vai tomar no cú!!!

Kunshan - CH

vitor

eu tava pensando no que escrever quado li as ultimas mensagens e decidi: JUAO VAI TOMA NO FRUCHO!! abraços!!!

Paraty - RJ

Flávio de Araújo

A bola, o menino e o corpo-cadáver. Escapando de suas mãos A bola despencou os degraus Da favela onde morava. E de repente, entre A bola e o menino, Um corpo-cadáver. O rosto cravado em terra E a escumalha pintando A escadaria íngreme. Furos. Em dezenas, serpenteavam Desde as pernas até sua cabeça. Apenas um short de tactel roto E uma pulseira artesanal Em vermelho e branco Cobriam a pele do corpo-cadáver. A bola Contínua em sua queda Em trajeto aleatório sumia, Sem aspiração alguma do menino. Agora sabia porque via. Não porque lhe contavam inúmeras E fantásticas vezes. Mas sob a sombra de seu magro tronco Aquilo que chamavam de presunto De comer com pão. E a bola quicando. Sob a força grávida da lei das coisas. Limosa e ágil, quase que viva Como gato cio e cachorro leprento Pulando zincos e parabólicas. O defunto beirando um grito insolúvel Como as nuvens pálidas sobre os barracos. O menino com a absorção da imagem Formando com o corpo-cadáver O bicho-papão de seus tenros pesadelos E que então, mais tarde, Seria fútil presunto incomível com pão. E a bola, que do asfalto sobe infante, Nas mãos de outros futebolistas. Flávio de Araújo www.zangareio.zip.net

Paraty - RJ

Caio Carmacho

Muito bom o texto que tu colocou Guizelo. Muito bom mermo. O do Flávio enton, eu nem opino. Abraço grande pra vocês, meus mininos!

Pira - SP

Flávio de Araújo

Sobre espelho e sabonete Com a réstia de sabonete ele escreve em seu abdômem um nome que desencarde a podridão que agora escoa pelo ralo. No espelho franco, onde o embaço do vapor tenta esconder o beijo leporino, lhe mostra o homem limpo. De nariz assoado, que com sua mão alisa o rosto perpetuado pela hereditariedade de seus pais. Não se barbeará hoje, pois acredita que certas ofensas devem ser nítidas e falhas. Escova os dentes de segunda mão com pasta que espuma demais. Desconfiado, lê o rótulo e se certifica que o modo de usar não inclui giletes. Escarra forçado. Cospe como se tivesse um marulho fervido em sua boca. Se teatra com bicos e caretas e se vê pronto. No mais, para o que vão pensar dele, está cagando e andando. www.zangareio.zip.net

paraty - rj

Flávio de Araújo

Já que ninguém se presta a preencher a página não me custa entretê-los com meus textos, Para Val Caio e Mourinha, depois de coqueiros e paduanas. Pássaro morto. Pássaro morto Pássaro morto De asas coladas e olhar vítreo. De penas sujas e pesadas Sem leveza alguma de céu Sem brancura alguma de ar. Pássaro morto Pássaro morto Suas bolsas de vento encharcadas de fel Seu bico entortado de dor Seu canto triste em outro lugar Ausente do livre vôo E de seus planos de pouso. Pássaro morto Pássaro morto Com suas alturas roubadas Seu peito empedrado por chumbo Talvez pela inveja de ti Coisa que há muito mais nesse mundo. Esses homens que rogam ser livres Mas com asas que se quebram tão fáceis. Essa gente fincada no chão Mátria que retornarão. Pássaro morto Pássaro morto Como em estreiteza de gaiola Teu corpo enrijecido e abjeto. Suas carnes em óleo. Teu ventre que agora se principia em queda, Mortal como tudo que cai. Serás como estrela cerzida no plano alto das estrelas? Ou serás pisada pelo homem que a descosturou Da monção das aves? O que há de ser de ti Pássaro morto? Quem substituirá o artífice fazedor dos caminhos Das potestades do céu? E de mim Que há de ser de mim? Homem dos mais gastos em terra Que sob o angulo abaixo observava teus rodopios. Que canto despertará os dias tristes? Qual ninho abandonado servirá de impulso Para o bote certeiro da áspide que nos engana com seus pios? Pássaro morto Pássaro morto Não conhecerás outros países Como pluma solta nas brisas. Nem glóbulo ocular se fará pequeno A mirar longe tua ida. E o chão que lhe carcome Também assim nos devora. Deus quisera primeiro tu Pássaro morto. Mas há de chegar nossa hora. Flávio de Araújo. www.zangareio.zip.net

paraty - rj

Flávio de Araújo

Conversa de veteranos. O trouxeram embebido em uma bandeira que não era sua, O jovem soldado curvado pelos ideais de seu país. Aos olhos de sua gente, um coitado que sorria vontades De mudanças, a desdenhar ingênuo seus antepassados Que não tiveram a sorte de viver em seus dias. Para que serventia se presta um morto Se não para chorarmos suas carnes? Suas roupas empedradas de pólvora e medo Como pano de fundo para honras de metal sem importância. Seu rosto furtacor onde lanhos mapeavam os possíveis beijos De sua mãe, agora como regaços que conduzem as lágrimas De todos que observam seu corpo ínfimo e sedimentado. Nos pomos a lamentar os desperdícios. Socamo-nos por filetes de carne E contamos com os ovos na cloaca das aves. O heroísmo a bancarrota . A falsa liberdade estampada nas garrafas de cerveja quente. E bêbados, olhando para o menino, Amaldiçoamos a onipotência dessa juventude Que tão fácil se engana por idealismo. E assim como ele, nós que também um dia fomos enganados, Só podemos lamentar por suas medalhas, apenas com a reles Diferença de estar sob um angulo diferente dessa maldita guerra. Flávio de Araújo www.zangareio.zip.net

paraty - rj

Flávio de Araújo

em plena atividade literária, vcs notaram que a distância entre nós é a distância que a cachaça evidencia. Bem gente está mais que provado que amo a vida e café. Caio Val Mourinha e os demais dozianos, está mais que na hora de fazermos uma revolução no site, viva a obra em construção! Somos ou não deste mundo? beijos nas axilas.

paraty - rj

Moura

Isso é falta de cachaça Flavio...mude seus "maus" hábitos...rá

Campina Grande - PB

Caio Carmacho

Cabei de chegar do hospital.

Pira - SP

Flávio de Araújo

tô dizendo que a cachaça mata... tá aí o caio que nao me desmente.

Paraty - RJ

Val Borges

G, parabéns (atrasado) e tudo de bom pra vc! Mande notícias! Grande abraço!!

Rio de Janeiro - RJ

Caio Carmacho

Não foi a cachaça, foram os cacos de vidro das pedras paratienses. Malditos cacos! Huaihauiahiua...

Pira - SP

Flávio de Araújo

acho que vc se enrola com essa resposta caio Cacos de vidros= garrafa vazia+ pinguço sem noção de higiene= caio no hospital com as patas cortadas.

Paraty - rj

Caio Carmacho

Detalhes tão pequenos de nós dois...

Pira - SP

Guilherme

Salve Dozianos!!! Estou sem caco de vidro no pé, vivo e muito bem em Curitiba... a cidade mais organizada e funcional do país, capital contemporânea... hehehe Mas nada disso chega aos pés da nossa amada Paraty!!! Com um ótimo 80% de ocupação hoteleira em 2006, 2ª cidade mais visitada do Estado, um descabido índice de violência e um show do Monobloco na faixa no seu aniversário não deixa dúvidas: é o melhor lugar pra se viver!!! Parabéns Paraty!!! Prosperidade Paraty... nos rendemos às suas belezas... E homenageado FLIP 2007, Nelson Rodrigues! Abraços...

Curitiba - SP

Val Borges

Eis que agora lembrei de uma coisa: Moura, o Caio te pagou aquela parada de TV por assinatura que comprou de vc há 6 anos? Isso com juros deve dar uma grana... Hahahahaha

Rio de Janeiro - RJ

Caio Carmacho

Abafa Val, abafa... hauihauihauia...

Pira - SP

Moura

Foda...já prescreveu Val, já prescreveu!

Campina Grande - PB

Caio Carmacho

Pega esse Olímpio aí então

Pira - SP

Moura

Novidade: Nosso amigo Vitorino Dinossauro passou no vestiba na UNESP e conseguiu a transferência....Esse é o Dino que eu conheço!!!

Campina Grande - PB

Caio Carmacho

Dino cabeçudo!

Pira - SP